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Mostrando postagens com o rótulo Luciane Assunção

O Reconhecimento

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  Não é sobre o que a vista alcança primeiro, Nem sobre o tempo contado em dias ou horas. É um sussurro antigo, um sopro certeiro, Que atravessa o peito e descansa lá fora. Como se, em vidas perdidas na poeira, Nossos caminhos tivessem um laço guardado, Uma promessa em silêncio, uma espera inteira, Por um momento, enfim, revelado. Você não chegou para completar um vazio, Nem para ser a sombra que a vida reclama. Você é o espelho onde o meu ser se faz rio, Onde a calma encontra a sua própria chama. Dois mundos que dançam no mesmo compasso, Sem pressa de ser, sem medo de errar. Alma gêmea é o pouso, o eterno abraço, É o destino que a gente aprende a morar.

Te encontrei

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    Te encontrei no silêncio bonito  entre um sonho e outro,  e desde então, meu coração  escreve poesia só por te amar. Caminhamos juntos por caminhos  onde as estrelas parecem mais próximas,  e as palavras são desnecessárias,  pois nossos olhares já dizem tudo. Cada amanhecer ao teu lado  é um novo verso,  e cada entardecer,  uma estrofe de amor eterno. Na dança suave do tempo,  encontramos nossa melodia única,  aquela que toca as notas mais profundas  da alma  e ressoa com a harmonia  de dois corações que se completam. Para mais poesias acesse aqui: 

Fotografia

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 Ao andar pela imensidão De meu quarto vazio Deparei-me com sua fotografia. Percebi que há muito só a solidão É minha única companhia. Na noite escura e fria. Ela parece falar... Falar de um tempo que está no passado. D’um tempo esquecido por você. Só em minha lembrança vive. Quando me olhava com ternura. Beijava-me com doçura. Abraçava-me com paixão. E amava com loucura. Tenho saudades daqueles momentos Que não me saem dos pensamentos. Olho sua fotografia Na moldura gélida e fria. Que nada me diz. Você passou por mim e não me fez feliz! Toda sua doçura, Toda aquela ternura... Não passou de fantasia. Que ficou retida em sua fotografia.

Tempo

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 Dias... Horas... Minutos... Segundos... O tempo não lança âncoras, corre veloz e sagazmente rumo a eternidade. O tempo sofre profunda metamorfose. Os anos numa profunda sublimação ao perfeito. Homens... Mulheres... Crianças... Todos profundamente atarefados com a vida. Esquecendo-se de viverem. Uns e outros, às vezes, tentam parar. Porém, é inútil a tentativa. O tempo, as horas, os minutos, os segundos, os milésimos continuam a varrer o espaço ao encontro da Eternidade.

O Último Espetáculo: Uma Reflexão Poética sobre a Dualidade Humana

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 Esta poesia tem uma história especial: ela nasceu na sala de aula, quando eu tinha 13 anos. O desafio era escrever sobre a tecnologia e o nosso planeta, e o resultado foi 'O Último Espetáculo'. É impressionante como a visão daquela menina ainda se faz atual no mundo de hoje. Esta obra, disponível no meu livro Apenas um Minuto de Mim , é um manifesto sobre a nossa capacidade inesgotável de reinvenção — para o bem ou para o mal Estamos nos preparando para assistirmos ao mais esplendoroso espetáculo. Espetáculo que nunca fora visto... nem mesmo no teatro. Homem! Anjo ou demônio? ! Não sei. Apenas serei poeta. Ao descrever a última destruição. Criação... Descobertas miraculosas, desvendando os mistérios da natureza. Anos e anos... Sendo empregados na busca de vacinas para doenças... Tecnologia para melhorar a vida do povo... Salvando-os das possíveis tragédias naturais. O homem agindo com muita destreza. Reinvenção. Guerras e destruição. Bombas ceifando a vida de milhões em seg...

Em comunhão com a Terra, nasce o futuro.

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Na escuta mansa do chão que respira, Aprendo o ritmo antigo do viver; A terra ensina, em silêncio, a existir, No passo lento de quem sabe ser. Sou pó que anda, semente que aspira Ao sol, à chuva, ao tempo de crescer; No verde abraço, a vida conspira E o fruto nasce do bem‑querer. Se cuido dela, cuida ela de mim, Num laço eterno de troca e respeito; Sou parte inteira do mesmo jardim. Que o homem lembre, no peito imperfeito: Viver é estar com a Terra até o fim, Em comunhão, em amor e em efeito.

Apenas um Minuto de Mim

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 Andei por mil lugares Tive tantos amores... Como as gaivotas que cortam os ares E as abelhas que beijam as flores.   E continuo a dizer: Os poetas não amam e não sentem paixão Não se prendem a nenhum ser... Os poetas apenas buscam inspiração.   No fundo de tudo... Fica sempre a interrogação. E permaneço mudo.   Apenas um minuto de mim! Para redefinir minha paixão... Que passou num relâmpago e deixou-me assim! Adquira seu livro aqui